Thursday, August 31, 2017

Opinião "Zoey Hamilton" de Beatriz Fradoca

Olá queridos leitores!


Opinião (Maggie):

Tenho de ser muito sincera com vocês, este livro surpreendeu-me MUITO pela positiva. Têm sido dias de muito stress e "Zoey Hamilton" ajudou -me descontrair...

Como seria de esperar, é um livro que precisa de uma nova revisão. Tem alguns erros ortográficos e algumas vírgulas em falta, mas a mim não me incomodou muito. Tendo em conta que o livro foi publicado e revisto por uma jovem de 15 anos, os erros podiam ser muitos mais. Colocando os erros à parte, acho que este dava um excelente best seller Young adult.


 A história é extremamente divertida e viciante de se ler. Flui muito bem e tem umas personagens fantásticas!
Fez-me lembrar o filme/livro "Melodia do Adeus" que foi um dos meus filmes preferidos da minha adolescência. 


Tenho de admitir que este livro agarrou-me do início ao fim e fico ansiosamente à espera de ler mais livros desta talentosa escritora. :)

Com o apoio:

Saturday, August 26, 2017

A ler

Olá queridos leitores!

Sei que tenho andado um pouco ausente aqui no blogue, mas as minhas leituras estão sempre em dia! 
Todos os dias leio pelo menos 30 páginas e, como sempre, estou a ler mais do que um livro ao mesmo tempo.

Aqui estão eles:




E vocês, o que estão a ler?

Boas leituras!


Thursday, August 24, 2017

Opinião "Monstress Vol.1" de Marjorie Liu e Sana Takeda






Opinião (Maggie):

“Monstress” foi uma das bandas desenhadas deste ano que me captou o interesse logo na sua divulgação.

A artista “Marjorie Liu” apresenta-nos um cenário sombrio, com muito sangue e trevas à mistura. No meio de um ambiente tão desagradável aparecem personagens extremamente adoráveis. As crianças que, por sinal, são quem mais sofre, foram meticulosamente desenhadas para o leitor se sentir triste por elas.
É esse o aspeto mais interessante do livro. É feito uma espécie de jogo psicológico para atingir o leitor.
A ilustração do livro é aquilo que o faz destacar-se de todos os outros. Sempre que o levava comigo para algum lado, alguém me pedia para deixar ver os desenhos e toda a gente ficava maravilhava com o conteúdo (exceto os mais sensíveis às imagens sangrentas).

Para mim, infelizmente, houve alguns pormenores relacionados com o argumento que não me agradaram muito.
Por exemplo, os diálogos. Por vezes, não se adaptavam muito bem às personagens; achei algumas conversas demasiado longas...
Senti que houve uma tentativa de contar uma história demasiado complexa para o número de diálogos possíveis e por isso, no fim de alguns capítulos, um gato conta-nos pormenores da história deste mundo em forma de lições. No meu ver, estas lições/aulas eram desnecessárias.
Diria, então, que estrutura da história podia ser melhor.

 Como se costuma dizer, não se pode ter tudo, e neste caso senti isso mesmo ao ler esta banda desenhada. Os desenhos são de uma precisão e imaginação que nunca antes vi. Tenho lido excelentes bandas desenhadas com desenhos magníficos, mas este supera-os a todos.






Recomendo imenso esta leitura.

Com o apoio de:




Boas leituras!!

Wednesday, August 16, 2017

Opinião: "Café Amargo" de Simonetta Agnello Hornby



Sinopse (wook):

O universo feminino, o estilo pormenorizado e o ambiente local que conquistaram os leitores de Elena Ferrante.

Café amargo acompanha a vida de uma mulher que não se curva perante o poder masculino.
O romance nasce na Sicília, mas a autora transporta-nos até muito mais longe.
A protagonista é uma mulher de paixões, marcada também por vários sofrimentos que engole com altivez, como se fosse uma chávena de café amargo. A história de Maria e das suas escolhas pouco convencionais retrata uma época decisiva da Europa.
Um romance histórico marcado por memórias pessoais e vividas.



Opinião (Daisy):

Alguém que muito me é querido ofereceu-me o livro Café Amargo de Simonetta Agnello Hornby e disse que eu iria gostar muito de o ler, não se enganou nem um bocadinho.
Comecei por saborear a descrição pormenorizada iniciada na Sicília. A figura principal deste romance histórico, Maria, é uma mulher com uma personalidade muito determinada e que não se deixa subjugar perante o poder do marido ou de outro homem que se atravesse no seu caminho numa época marcada pelas leis raciais antes da 2ª guerra Mundial.
A autora consegue, com a sua escrita, envolver-nos e cativar toda a nossa atenção através da descrição das personagens, dos acontecimentos e dos ambientes.

“Café amargo” é uma vida cheia de sabores amargos, que Maria, a personagem principal desta obra, quer contrariar provando a todos os que passam pela sua vida que a sua personalidade não tem nada de maldoso, mas sim, simpatia e gentileza.

Boas leituras!


Wednesday, August 9, 2017

Opinião "Outcast" Vol. 2 de Kirkman e Azaceta



Opinião (Maggie):

Depois de ler Outcast vol. 1 o leitor fica ansioso por saber mais sobre Kyle e por perceber o que realmente se passa.
A química entre as personagens é incrível... apesar dos desenhos não serem muito detalhados nem muito realistas, a expressividade é muito boa e bem elaborada. Eu, como leitora, senti-me, mais uma vez, dentro desta empolgante história.

Vi alguns episódios de Outcast na Netflix, mas preferia ter lido apenas a BD.  Apesar da série representar bem alguns detalhes, esta segue uma sequência um pouco diferente da Banda desenhada. Na verdade, estou a gostar muito mais de seguir os livros do que da série.

Gostei de como este volume está organizado. Conhecemos muito mais elementos que nos ajudam a compreender a história e as peças começam a encaixarem-se de cada vez mais rápido...

As cores são vibrantes e adaptam-se extremamente bem às situações. Quando algo mau está a acontecer, as sombras enchem parte das faces das personagens, o ambiente fica mais escuro e assustador... os momentos de tensão e de ação estão repletos de cor e movimento.
Quando está tudo calmo, o ambiente também se expressa com cores mais suaves.
Valorizo muito a preocupação com o uso das cores e acho que Paul Azaceta fez um óptimo trabalho.

Para além das cores, a forma como a história é contada através dos desenhos, das expressões e movimentos, agrada-me. Há momentos em que não existe uma única conversa entre as personagens nem é apresentada nenhuma linha de pensamento, e conseguimos compreender, claramente, o que se passa na cabeça das personagens.

Esta é uma excelente banda desenhada. Vou continuar a recomendá-la a todos vocês.

   Muito obrigada, G Floy Studio,



Boas leituras!



Monday, August 7, 2017

Opinião "Quando a Amizade me Seguiu até Casa" de Paul Griffin



Sinopse:

Ben é órfão, tem doze anos e nunca foi bom a fazer amigos. Depois de ter conhecido sucessivas famílias de acolhimento, está consciente de que as pessoas se podem afastar de um dia para o outro. Ben gosta de passar o seu tempo a ler livros de ficção científica. Porém, tudo muda na sua vida quando resgata um rafeiro que encontrou nas traseiras da biblioteca de Coney Island. Flip, o cãozito, leva-o a travar amizade com uma rapariga chamada Halley - sim, o mesmo nome do cometa. 

Halley também devora livros e convence Ben a escrever um romance com ela. À medida que a escrita do livro avança, Ben vê-se confrontado com uma série de peripécias e com o significado da amizade e da família. 

Opinião (Maggie):

Estou a passar por uma fase de leituras Young Adult. Não é o género que leio mais, mas no espaço de poucas semanas já li três romances direcionados para os mais novos.
Gosto quando termino uma leitura e fico a pensar em tudo aquilo que aprendi de novo e como ela foi importante para mim.
Este livro não foi muito especial... infelizmente, não o achei muito educativo. Estava à espera de algo diferente quando o comecei a ler.

A escrita é demasiado simples e pouco cuidada. A linguagem das crianças não é a mais desejada por parte dos pais ou identidades educadoras. Não contém palavrões, mas o “tipo” e o “yah” são palavras que os pais não costumam gostar que os filhos digam. Aparecem poucas vezes, mas achei importante referir. Muitos dos livros "Young Adult" contêm linguagem mais jovem, o que no meu ponto de vista não é algo mau.

Toda a base da história é interessante. A ideia de que um cão, outrora perdido e abandonado, alegra a vida de pessoas que precisam de atenção e cuidados; as amizades que são criadas e fortalecidas graças a este ser de quatro patas e como este ajuda o nosso protagonista a ultrapassar os piores desafios da sua vida, são conceitos interessantes, mas estão pouco desenvolvidos.
 No meu ver, esta história vai agradar a muitos, mas talvez não agrade tanto a mentes mais maduras.

Neste ponto de vista, acho importante referir que é uma boa história para contar em voz alta aos pequeninos — excluindo o “tipo” e o “yah” se assim desejarem. É muito simples e agradável. Só lhe faltava uma pitada de detalhe e emoção.

Esta opinião tem o apoio de:




Para mais informações sobre o livro clique aqui.